Um sítio sobre experiências mais ou menos vividas, música, cinema, livros, artigos, actualidade, (in)disciplinas e afins. Sobre tudo que pode ser quase nada, ou sobre nada que pode ser quase tudo. Sem hora marcada. Encontros sem sentido até serem explicados.
22 dezembro 2008
Melhores discos de 2008
Thomas Feiner & Anywhen - The Opiates - Revised Blind Pilot - 3 Rounds and a Sound Saioa - Matrioska Heart Fleet Foxes - Ragged Wood A Toys Orchestra - Technicolor Dreams
http://www.myspace.com/saioasounds
|| Experiência, segunda-feira, dezembro 22, 2008
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Análise da semana: o problema maior do PSD é as bases. Com aquelas bases não se admirem de vir aí um líder ácido.
|| Experiência, segunda-feira, abril 28, 2008
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25 fevereiro 2008
As minhas certezas absolutas de hoje três
. . . Sem dúvida que António Guterres foi o melhor Primeiro-ministro que tivemos. Saudades!
|| Experiência, segunda-feira, fevereiro 25, 2008
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24 fevereiro 2008
Primeira página - 10.500.000 pessoas doentes
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Segundo a OMS os Portugueses estão todos doentes! A insuspeita Organização afirmou que saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. . .
|| Experiência, domingo, fevereiro 24, 2008
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Ontem, não ouvi / vi quase nada da entrevista do nosso Primeiro. Só 3 espaços que não ultrapassaram os 10 segundos. Ouvi uns grunhidos. Apercebi-me que não era um pedido de socorro, e logo fui fazer não sei o quê.
Num desses espaços de 10 segundos, não mais, se bem consigo recordar percebi do Primeiro que: não sei o quê, éramos o único pais do mundo em que não havia avaliação dos professores. Fiquei feliz. Isto está a tomar um rumo, pensei.
Depois percebi, num outro espaço de 10 segundos, que ia haver. E fiquei triste, por deixarmos de ser os únicos, mas sobretudo pelos professores.
Já agora que meti a mão na massa (bem mesmo a calhar a expressão), num é que as autarquias vão meter o bedelho na contratação dos professores. O que me remete para a ideia que estávamos à beira do precipício mas vamos dar um passo em frente.
|| Experiência, terça-feira, fevereiro 19, 2008
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Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira; Rui Pereira ; Luís Amado; Fernando Teixeira dos Santos; Nuno Severiano Teixeira; Alberto Costa; Francisco Nunes Correia; Manuel Pinho; Jaime Silva; Mário Lino; José Viera da Silva; Maria de Lurdes Rodrigues; Mariano Gago; Augusto Santos Silva
Ora 16
Ora 16!
Daria.... 70... 70 combinações possíveis tão valiosas como a experimentada.
Não deveria ter sido nada fácil ao sr Primeiro sacar a combinação acima citada. Ser Primeiro não é fácil! Sacar a combinação?!. Só o Primeiro pode sacar!
Eu hesitaria muito! Seduz-me bastante, por uma questão de fonética, a combinação Pinho-Gago ou a combinação Cunha-Amado ou até Nuno-Nunes.
Mas a combinação dos Santos - de Lurdes atraí-me irrepreensivelmente.
Combinação matemático-financeira e educativo-religiosa.
Combinação redonda: id e alter-ego.
Perante ela é como se, e parafraseando Álvaro de Campos, dentro de mim um volante começasse a girar, lentamente.
Para além disso e por uma questão de educação: primeiro as senhoras.
|| Experiência, terça-feira, fevereiro 05, 2008
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26 maio 2007
Lugar comum mas maternal: o que é national é bom
Ainda a propósito de dois excelentes álbuns oferece-me dizer:
1. The National - Boxer: Densidade; Também a voz, como mais um instrumento, a ajudar a caiar o mais possível o espaço/silêncio; Os Tindersticks mas sem o culto pela tristeza. Antes a luta contra a tristeza. Onde a tristeza aparece depois do combate (não como uma inevitabilidade, nem como resignação profética, mas sim o que aconteceu); Guest Room.
2. Mother Mother - Touch Up: Apesar de gostar muito deste álbum, resulta dele uma certa ambiguidade, pois brinca-se (com recursos excelentes) com a religiosidade da música. Como se o profeta, com sábias palavras e mesmo entusiasmo, renegasse a sua fé. _________________________________________________
O que é que a menina Laura tem? ou Como perder o Booker Prize
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Laura Veirs (LV), com quase toda a certeza, não ficará na história como uma “figura mítica” da música pop / folk / country contemporânea. A sua voz não é suficientemente extraordinária a ponto de se poder apresentar como contorcionista vocal em concorridas feiras de atracções. O seu virtuosismo na guitarra não é comparável ao virtuosismo de uma Ani DiFranco, (y) Gabriela (1), Kaki King, entre tantos outros (a não ser que aprenda a fazer Tapping e outros malabarismos rapidamente). As letras das suas canções (aqui a atoarda ainda pode ser maior que as anteriores, que me corrijam os literatos e / ou os anglófonos e me desculpem os ignorantes) ainda que bem diferentes das reivindicações de um tipo da Quercus (versão estereotipada) ou de meia dúzia de dogmas disparados por um fã do Bob Marley, vegetariano, não são a obra póstuma de um Walt Whitman. LV na composição, não apresenta soluções criativas dilacerantes da história da música. LV não tem uma cara, suficientemente larocas, a ponto que incontroláveis afecções passionais nos enviesem a audição, sobrevalorizando a sua música para um nível de outra forma inimaginável (coisa bem possível de acontecer por exemplo com Cat Power ou Aimee Mann. O que não quer dizer que aconteça. Ressalve-se convictamente. Ou talvez não). Ainda assim, o que é que a menina Laura tem então, que a faz tão especial? A resposta para isto é que a menina Laura tem um refinadíssimo sentido de melodia (harmonia), talvez com mais nenhum músico (Tony Carreira (2) talvez, mas só entram a concurso quem preencha também, entre outros, o critério de - soluções criativas na composição das músicas). Cada música da sua autoria é constituída por sucessivas lascas de ouro melódico (mas não placas de ouro - como algumas sublimes músicas de sublimes ou menos sublimes autores): uma lasca agora, outra quase logo a seguir, é assim, do princípio ao fim de cada música da sua autoria. Já agora, aposto que se sentados naquele acampamento (que todos fizemos), e se ela lá tivesse estado, e se lhe tivéssemos dado um texto, ainda que de um discurso de Jorge Sampaio se tratasse, e uma viola para as mãos, lhe teríamos dito que ela era a mulher das nossas vidas.
nOTA e TGV: este poste para além de ter sido um profícuo estudo musicológico foi também um proveitoso exercício de introspecção e auto-conhecimento (no final, quando terminei de me conhecer, cheguei mesmo a ponderar fazer um expedição, a pé, ao Tibete. Mas como já me conheço agora, achei que independentemente de conseguir lá chegar ou não, a verdade é que é muito longe): senão vejamos o poste Ladies Night - e passo a citar: "Voltarei um dia mais tarde para falar de Cat Power, Fiona Apple, Aimee Mann e etc. Em etc., incluem-se vozes femininas com grão...". Apesar de o recurso estilístico utilizado ser poderoso e construir uma imagem visual que adjectiva o pretendido de forma sublime, não é mais que um equívoco, já que foi criado no período das trevas, i.e. no período do auto-desconhecimento. Quando se fez luz (i.e. entrada na era do auto-conhecimento) cheguei à conclusão verdadeira (por força do auto-conhecimento) que não se tratava de nada disso. Apesar do grão ser realmente grão, não era grão na voz das senhoras, mas sim grão nas calças do autor. Provavelmente por um mecanismo defensivo (mais uma conclusão valiosa, mérito exclusivo do auto-conhecimento), a minha consciência plena (conjunto de luz e trevas – i.e. auto-conhecimento mais auto-desconhecimento) não conseguiu aceitar esta verdade nua e crua, concordando com alguma relutância, como que soando a cedência, que talvez grão influencie grão(?). Qual o grão primordial? Esta é a próxima empreitada existencial, agora na era da luz, onde o auto-conhecimento é meu pastor e me protege da escuridão.
. Não tenho dúvidas que o melhor jogador de futebol do mundo é o Cristiano Ronaldo! . . nOTA e TGV: mas tenho muitas dúvidas que não haja gente a pensar o mesmo. . .
|| Experiência, quinta-feira, março 22, 2007
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1º Acto - 28 de Junho Metallica 2º Acto - 3 de Julho Arcade FireBloc Party KlaxonsMagic NumbersThe GiftBunnyranch 2º Acto - 4 de Julho Maximo Park LCD Soundsystem 2º Acto - 5 de Julho Scissor SistersInterpolUnderworld
critério do tamanho da letra: gosto e desconhecimento.
pergunto-me se a inclusão dos Gift é para o people poder retirar-se para beber da produção do senhorio. Se for com esse propósito, aqui, fica o louvor.
Este desdém excessivo e proventura injusto pelos Gift advém, segundo a pesquisa efectuada (c.f. Wikipédia a 18 de Março de 2007), do cristalino ou da córnea. Eu por mim supeito que seja mais da córnea, pois consensos excessivos desanimam-me (c.f. tamaho da letra dos Arcade Fire em "o meu cartaz"). Fica desde já o pedido de desculpa aos Gift e aos Arcade Fire, pois provavelmente passada a febre de sábado à noite (mais aplicável aos segundos pela dimensão universal do arrebatamento) cá estarei eu a postar sobre eles cheio de um entusiasmo serôdio* mas justo).
*serôdio: o autor utiliza a palavra como forma de sedução / redenção pois, dada a alta probabilidade de ser desacreditado pelos numerosos e submissos leitores na casa dos trinta anos, ela pertence ao imaginário linguístico e emocional da franja da população-alvo citada. Pretende, com isto, reconquistar o afecto de quem o lê.
Sebastião José Sócrates - Transpirado ou Felizardo?
Vejo, neste momento, o programa Grandes Portugueses (RT1), e tenho que fazer um esforço para pensar que não foi o Marquês de Pombal que fez aquelas casas todas. O esforço é proveitoso porque me remete para a ideia que também não foi Cavaco Silva que fez as auto-estradas, nem será José Sócrates a fazer a OTA e o TGV. Mas quando perder a atenção, que é coisa que se perde a cada passo, darei por mim a atribuir a Sócrates a fecundação e a parição de um aeroporto e de um comboio de alta velocidade. Até quem só sabe que nada sabe percebe destas flutuações da atenção! Quanto mais um Marquês!
|| Experiência, terça-feira, março 13, 2007
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05 março 2007
Anaïs Anaïs
[clicar na imagem]
|| Experiência, segunda-feira, março 05, 2007
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03 março 2007
Nails na TV - Obíquos filantropos
-Então se fossemos beber um copo?! -Vamos antes tocar umas músicas! -Ok, bute lá! Alguém no público cochicha: -Quem são estes manes? -Eu que sei, responde o amigo. -São os Nails na TV, diz alguém mais atrás, um ubíquo filantropo. -Então mas isto vai passar na TV?! ...Mas não está aqui quase ninguém?! (...) Quando a música acaba diz o amigo: -Estes gajos é que se passam! O ubíquo filantropo, sorri, nos seus sonhos já tinha imaginado isto. Sorri de agredecido. Sorri de empatia porque imaginou que se não tivesse sonhado isto, ter-se-ia também espantado.
Quem quiser saber os números do Euromilhões, antes do escrutínio, vá aqui!, Além dos números mágicos existe uma série de tesouros.
Ouvindo o concerto algumas ideias passearam na minha cabeça: Se calhar, será sem pretensões de ganhar (e.g. o Euromilhões) que se ganha outras coisas. Ou então, olhar o que se perde com resignação. Olhar o prémio sabendo-o sempre provisório.
Arrancar da terra a terra com as mãos, para depois espalhar, deixando cair suavemente por entre os dedos, a terra feita areia, pela cabeça das personagens que connosco se cruzam nos dias.
P.S: Those the Brokes dos Magic Numbers passa a constar dos melhores de 2006 P.S.D: Quando é que vou acabar a lista de 2006? Valha-me Deus!
ou como do silêncio (absoluto) se pode extrair som
|| Experiência, terça-feira, fevereiro 27, 2007
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Ele(s) + pequeno (s) excerto(s) de uma riqueza e de uma frescura viciantes (perfv)
Ele perfv
Ele
perfv
Ele
Aqui vai uma nota, apesar de escassearem: ver poste anterior
|| Experiência, terça-feira, fevereiro 27, 2007
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26 fevereiro 2007
Ele / pequeno excerto de uma riqueza e de uma frescura viciantes
Nick Hornby no seu livro 31 canções a propósito de One Man Guy de Rufus Wainwright: "Eu bem tento não acreditar em Deus, como é evidente, mas às vezes acontecem coisas na música, nas canções, que me elevam de repente, e me fazem voltar atrás. (...) Na minha opinião, Ele* entra no início do segundo verso, quando Rufus e a sua irmã Martha começam a fazer harmonias" (p.39,40) .
*Ele = Deus
Ainda no mesmo livro desta vez a propósito de I'm Like a Bird de Nelly Furtado: "A canção que me tem posto agradavelmente doido nos últimos tempos é I'm Like a Bird de Nelly Furtado. A História há-de dizer se Ms. Furtado virá a revelar-se algum tipo de artista. E embora desconfie que ela não irá mudar a maneira como vemos o mundo, não posso afirmar que isso me incomode particularmente: ficar-lhe-ei eternamente grato por ter criado em mim a necessidade de ouvir a sua canção vezes sem conta. (...) Há um pequeno excerto de I'm Like a Bird, por exemplo, mais ou menos a meio, em que a voz é duplicada numa frase, e o efeito - especialmente em alguém que não seja músico, alguém que ame ame e aprecie música nas se deixe surpreender e seduzir pelos mais simples truques musicais - é de uma riqueza e de uma frescura viciantes". (p.28,29)
Hornby, N. (2005). 31 canções. Lisboa: Teorema
|| Experiência, segunda-feira, fevereiro 26, 2007
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21 fevereiro 2007
Cada vez gosto mais de ver TV
. . . Olha que é preciso inspiração para um slogan destes! Veja-se: RTP1- Programa Grandes Portugueses - "Apelo" ao voto em Fernado Pessoa : "inspirado ou alienado?" (...) Era para votar no Fernando Pessoa, mas a inspiração de alguém, fez cair por terra toda minha aparente absoluta certeza na grande inspiração do poeta. Agora transpiro para menorizar a segunda parte da sugestão. (...) A RTP1 é como a Coca-Cola! Primeiro estranha-se e depois entranha-se. . . .
|| Experiência, quarta-feira, fevereiro 21, 2007
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Eu sei que é exibicionismo
Eu sei que é exibicionismo, pois já postei o linque deste vídeo, mas não encontrei mais vídeos do álbum. Também é por uma questão de comodismo (?) (é pois), é que assim, é só preciso um clique para ver / ouvir, e antes era necessário dois.
Chris Garneau - Relief
P. S. Até tenho algum pudor em dizer PS (c.f. estado do País), mas é post-scriptum que pretendo abreviar: melhor álbum de 2007 ouvido em 2007
P.S.D. Com não menos pudor - c.f. estado País; estado do governo: reparem no ambiente Magnoliano do filme. Ahhh! Que é que isso interessa?! Está óptimo!
|| Experiência, quarta-feira, fevereiro 21, 2007
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20 fevereiro 2007
Good News for People Who Love Bad News
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Estão quase a chegar as Good News for People Who Love Bad News: Modest Mouse e Arcade Fire. Sendo, se calhar, mais entusiasta dos primeiros que dos segundos, fiquei no entanto entusiasta do site: http://www.neonbible.com/readme.html .
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|| Experiência, terça-feira, fevereiro 20, 2007
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|| Experiência, terça-feira, fevereiro 20, 2007
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19 fevereiro 2007
Encontrar-te-ei sozinha em Coachella!
Alguem me explica, devagarinho?!
Sem pressas!
Em Chelas?!
Como se vai para lá?
E como se vem de lá?
É um cadito caro?!
Como se ouve tudo?! - Leva-se amigos, familiares, etc., para ouvirem o que não pudermos?!
Deixem-me ficar por cá! Os festivais são menores, mas já são suficientemente grandes para perdermos muita coisa.
(...)
Como tudo, hoje em dia, queremos ir a tudo, ouvir tudo, ler tudo, visitar tudo, conhecer tudo, olhar tudo, porque o "tudo" está aqui mesmo ao lado. E por tudo isto, quase perdemos, por vezes, tudo.
Deixem-me ficar neste sítio! Onde só há espaço para uma música, música espelho, repetida até à exaustão.
Deixem-me ficar no calor da solidão escolhida, a sonhar que te encontraria sozinha em Coachella, e nos abraçaríamos na ausência súbita de 100 grupos rock, a lamentar-lhes a ausência e a trautear nos lábios um do outro uma música qualquer.
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nota1: grande cartaz
nota2: é preciso ter nota
|| Experiência, segunda-feira, fevereiro 19, 2007
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Em tempo de crise, ou para ser mais preciso: num tempo em que impera o discurso da crise (criando a crise), viajar sem sair de casa passa a ser solução.
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|| Experiência, domingo, fevereiro 18, 2007
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|| Experiência, domingo, fevereiro 18, 2007
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17 fevereiro 2007
O fabuloso destino de Emily
(2) não é o tema que mais gosto do álbum, mas é dos que mais gosto, neste momento o preferido é The lottery. Mas pode-se ouvir e / ou gravar aqui o concerto completo. Mesmo ao lado um conjunto de concertos ao vivo, escolhidos a dedo (tanta empatia :-)). Se a coisa não for suficiente pode-se ir aqui passar umas semanas. Isto da net tem alguns pequenos benefícios! (mal agradecido:-()
|| Experiência, sábado, fevereiro 17, 2007
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|| Experiência, quarta-feira, fevereiro 07, 2007
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05 fevereiro 2007
Quando há muito para ouvir fica pouco para dizer
TV on the Radio - Return to Cookie Mountain:passagem para os mehores álbuns de 2006 Duke Special - Songs From the Deep Forest The Mountain Goats - Get lonely Aereogramme - My heart has a wish that you would not go
|| Experiência, segunda-feira, fevereiro 05, 2007
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28 janeiro 2007
Janeiro de 2007
Emily Haines And The Soft Skeleton - Knives Don't Have Your Back - Destaques: Música 5, 2 e 1 - Passagem para a lista de melhores álbuns de 2006. Cold War Kids - Up in Regs - Destaques: Música "Hospital Beds" Jeremy Enigk - World Waits - Destaques: Música "Been Here Before" Adriana calcanhoto - Público
|| Experiência, domingo, janeiro 28, 2007
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07 janeiro 2007
Hipóteses
Preciso de chorar (lágrimas)! - Preciso de realidade para o pouco palpável da alma. Preciso de simbolizar a experiência. Preciso de lágrimas, para um dia poder dizer: - ...., até chorei! Preciso de um cartaz para no futuro poder levantar numa manifestação sobre o passado! Precisava de ti, como uma brisa! E tu foste uma brisa! ...o que não sabia, é que as brisas de tão leves podiam ter peso, mas não massa, e não se podem agarrar com as mãos. .... Mania, a minha, de intelectualizar!
|| Experiência, domingo, janeiro 07, 2007
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|| Experiência, terça-feira, agosto 29, 2006
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28 agosto 2006
-Que percebes tu de pintura? -O mesmo que tu queres perceber do caso Mateus.
Dois amigos brasileiros encontram-se na única praia que existe, a de Copacabana. Um vem da única favela que existe, a do Morro, o outro do analista que obviamente não existe. Diz o da favela: - Então Manuel sempre foste ao analista? Que achaste dele? -Hum!..Perguntei-lhe o que achava do Freud e ele disse-me que tinha sido um grande pintor. -Mas então não é o do sexo? Exclamou o outro que também se chamava Manuel. -Foi exactamente o que eu lhe disse e ele disse “relativamente a isso, esse foi mais arrojado”. -Então e depois? -Depois tive que fazer uns desenhos, mais ou menos isso. -…Então mas o gaijo é pintor? -Pintor! Então não te disse que era analista. - Mas está sempre a falar de pintura! -Não está nada, eu é que falei a maior parte do tempo. -E falaste de quê? -Das coisas com a Verinha e de não conseguir ultimamente…tu sabes. -Hum! …. e o que é que ele disse. -Oh pá, sei lá! diz o que vem do analista já bastante agastado, e acrescenta com a última réstia de indulgência: -Que não era o único; e que estava a pintar as coisas muito negras. -Lá isso é verdade. Anui o da favela com alguma sobranceria. - Oh pá… que percebes tu de pin……?! Inquire o que vem do analista iniciando a frase totalmente irritado e diminuindo de tonalidade à medida de que se vai apercebendo do que está a dizer, terminando-a com um desanimado “deixa lá!” Faz-se um silêncio suficiente para que Manuel se aperceba do que o que vem do analista está a querer dizer e riposta com alguma animosidade: -De quê? De Sexo? Nota-se.
|| Experiência, segunda-feira, agosto 28, 2006
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27 agosto 2006
Constatação
Mudança de algum modo abrupta e de certa forma acidental aqui no sítio.
|| Experiência, sexta-feira, agosto 25, 2006
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23 agosto 2006
Memórias de um Gancho - folha1
11h30 am. Perguntei-lhe em jeito de afirmação e com um travo de raiva: -Qual é o sentido desta merda toda?! (a vida). Respondeu-me rapidamente e de forma tranquila, como que a ridicularizar a minha ingenuidade e como com pena de mim: -Não tem sentido nenhum. -O quê? perguntei confuso e surpreendido. -A vida, respondeu. "Vá pá puta que o pariu", pensei sem lhe dizer. 6h30 pm. Vá pá puta que o pariu, repeti eu para mim mesmo.
|| Experiência, quarta-feira, agosto 23, 2006
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